sábado, 12 de julho de 2008

"Milestone"

Bem, só para assinalar o facto de que o Projecto está feito e a nota está dada: 15.

Mas a felicidade de o ter acabado ainda não suplantou a desilusão do resultado final... chego-me a perguntar se valeu a pena matar tanto a cabeça ou se mais valia ter andado a coçá-los e acabar só com a maravilhosa nota de 10...

Só espero que isto seja o começo de algo melhor...

terça-feira, 24 de junho de 2008

MENTALIDADE SUSTENTÁVEL

Sustentável, conceito que adjectiva algo que atende às necessidades presentes sem comprometer as necessidades futuras.

Mais trovoadas cerebrais de uma mente irrequieta:

Manifesto

Objectivo de uma vida: contribuir p o bem e harmonia globais, praticando o bem.

Além das consequências benéficas directas dessa prática, praticar o bem inspira todos os que tenha sido visados ou até apenas presenciado esse acto.

As pessoas são um espelho das suas experiências e vivências. Quanto mais positivas forem essas interacções, melhor a essência dos actos destas.

Isto criará uma reação em cadeia, já que o resultado do acto é superior ao que nele foi investido.

Só assim nascerá, finalmente, uma CIVILIZAÇÃO SUSTENTÁVEL.

Neste momento existem escassas fontes positivas e demasiados factores de atenuação, que impedem a criação da reacção em cadeia, sendo os mais críticos a constante má orientação exercido primariamente pela religião e mais recentemente pela política, com o intúito de beneficiar não o bem e harmonia comuns mas o bem exclusivamente financeiro de muito poucos, os quais nunca conhecerão a harmonia de viverem sem medo.

Descomplicação

A ideia de praticar acções exclusivamente benéficas é assim um conceito tão descabido? As pessoas estão tão habituadas a agir apenas em prol delas próprias que nem têm tempo para perceber os benefícios que daí provêm, só porque os mesmos não se manifestam a curto prazo...

Desambiguação

Isto não mais uma mobilização tipo ficheiro powerpoint em cadeia.
Isto é só a transmissão gratuíta de informação óbvia que ninguém parece saber...

Pensa, vais ver que não doí nada.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Filosofia a pastel!

Bem, como blog de cariz pseudo-filosófico que é este (com ligeira propensão ao narcisismo) não se podia deixar de abordar um questão que se levanta desde os mais remotos tempos desde os quais o Homem se começou a questionar... sobre culinária.

Pois é, a questão em mão, abordada com bastante frequência e elevada eloquência em muitas teses nos últimos... dias, é a mais-ou-menos velha questão da Filhós e do Coscorão.


Ora, rezam as crónicas, que a questão foi levantada durante uma das muitas e comuns tertúlias dedicadas ao nobre acto da filosofia aplicada... à culinária tradicional portuguesa, tidas recorrentemente, em qualquer lado que sirvam cerveja na margem norte... do Sado.

Embora seja uma questão amplamente debatida no seio das mais variadas comunidades pensadoras, os protagonistas desta disputa intelectual são parte integrante e in(dis)sociavél do mesmo grupo de pensadores contemporâneos denomidado "o Povo".

A representar o lado charroco temos a Inês, fundadora da comunidade e lutadora incansável pelos direitos à luminosidade em palco, defende a ideia, considerada por muitos reformista e até perigosa, de que as filhós são espalmadas e esticadas sobre o comprido enquanto os coscorões são redondos e fofos.

No outro canto temos o representante do resto do mundo, André, humilde tentáculo com propensão à ascenção à nobreza da comunidade por via matrimonial e mais-ou-menos acérrimo defensor dos direitos do bacalhau com natas, apresenta a ideia, tida com conservadora e tradicionalista, de que os coscorões são os espalmados (e de preferência crocantes) e que as filhós são as redondinhas e fofas.

Toda a comunidade pensadora se mantém suspensa na expectativa em relação ao desfecho deste embate de titãs, do qual sairá não só muitas outras questões relevantes para o futuro da nossa sociedade enquanto civilização desenvolvida, mas também uma clara vitória do André, já que a questão é por demais óbvia e eu sou o mais parcial possível.

Na próxima viagem gastro-filosófica abordaremos a lógica da BATATA. Até lá.

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